quarta-feira, 16 de setembro de 2015



Um breve esboço de nossas convicções.

I. PILARES

A. Sola Scriptura - A Bíblia é a autoridade completa, fechada e clara em todas as matérias de fé.  (
Sl 19:7-11; Sl 119; Jo 5:39; Rm 15:4; 2 Tm 3:16-17).
B. Solus Christus - Nossa confiança para a salvação está somente em Jesus Cristo. (
Is.42:1; I Pe.1:19-20; I Tm.2:5; Jo.3:16; Jo.1:1,14; I Jo.5:20; Fp.2:6; Gl.4:4; Hb.2:14,17).
C. Sola Gratia – a Graça assegurou a redenção sem referência a obras. (
Sl 37:39; Is. 55:5;  Tt. 2:9-11; Ef. 2:8-9; At. 15:11).
D. Sola Fide - Somos declarados justos por Deus somente pela fé.
(Hb.10:39; II Co.4:13; Ef.1:17-20; Ef.2:8; Mt.28:19-20; Rm.10:14,17: I Co.1:21; I Pe.2:2; Rm.1:16-17).
E. Soli Deo Gloria – A finalidade da criação e redenção é a glória de Deus. (Sl 115:1; Sl 19:1; Is. 43:7; Jo. 17:5; Fp. 1:11; Fp. 2:11; Ap. 19:7).

II. REFORMADA


A. Depravação total  - A queda de Adão afetou a totalidade da pessoa do homem. (Gn 2:16-17; Gn. 3:6; Gn. 6:5; Sl. 51:5; Sl. 58:3; Jo.3:19-21; Jo.5:40; Rm. 5:8; Rm. 5:14; Ef. 2:1-3).
B. Eleição incondicional – A Eleição não é baseada na presciência da fé ou em obras. (Ex. 33:18-19; Dt. 7:6-8; Sl. 65:4; Pv. 16:4; Is. 41:8-9; Jr. 1:5; Mt. 11:27; Mt. 22:14; Jo. 6:37,44-45,65-66; Jo. 15:1; At. 13.48; Rm. 8.28-32)
C. Expiação limitada – A redenção foi obtida por Cristo para os eleitos. (1 Sm 3:14; Is 53:11-12; Mt 1:21; 20:28; 26:28; Jo 10:14-15; 11:50-53; 15:13; 17:6,9-10; At 20:28; Rm 5:15; Ef 5:25; Tt 3:5; Hb 9:28; Ap 5:9.).
D. Graça irresistível – A regeneração pelo Espírito santo é eficaz para os eleitos. (Jr 24:7; 31:3; Ez 11:19-20; 36:26-27; Mt 16:17; Jo 1:12-13; 5:21; 6:37,44-45; At 16:14; 18:27; Rm 8:30; 1 Co 4:7; 2 Co 5:17; Gl 1:15; Ef 1:19-20; Cl 2:13; 2 Tm 1:9; Hb 9:15; 1 Pe 2:9; 5:10).
E. Perseverança dos Santos - Deus vai, pela graça, completar o que Ele começou na regeneração. (Is 54:10; Jr 32:40; Mt 18:14; Jo 6:39-40,51; 10:27-30; Rm 5:8-10; 8:28-39; 11:29; Gl 2:20; Ef 4:30; Fp 1:6; Cl 2:14; 2 Ts 3:3; 2 Tm 2:13,19; Hb 7:25; 10:14; 1 Pe 1:5; 1 Jo 5:18; Ap 17:14).

 III. PURITANA

A. Piedade na Adoração - Princípio Regulador do Culto (Ordem e Decência), o Domingo, o dia do Senhor, dia que Cristo ressuscitou, dia que a Igreja primitiva reunia-se para partir o pão, que observamos para adoração pública. (1 Co. 14:40; Rm.12:1; Mr. 16:9; Jo. 20:1; Jo. 20:19; Lc. 24:1; At. 20:7; 1 Co. 16:2; Ap.1:10).
B. Piedade na Pregação - Primazia da pregação. Ênfase na exposição e na aplicação. (Dt. 20:10; Jn. 3:2; Os. 4:6; Jo. 12:48; Rm.10:14; 1 Co. 11:1; 1 Co 15:12; Ef. 5:1)
C. Piedade na Instrução. Propagar aquilo que nós cremos que somente a Bíblia ensina. (Jó. 33:3; Jo 5:39;  2 Co. 1:18; 2 Co. 2:17; Rm 12:7; Rm 15:4;  1 Tm.4:9; 2 Tm 3:16-17; 1 Ts. 5:24; ).
D. Piedade na Família - Pais devem instruir (ensinar) e disciplinar os seus filhos no Senhor. E. Piedade no Comportamento - Manter uma boa consciência diante de Deus e dos homens. (Pv. 22:6; Is. 54:13; At. 2:391 Co. 7:14; 1 Pe.1:15). 

 IV. PACTUAL
A. Unidade da Bíblia - Muitas partes, mas uma só mensagem. (Gn.3:14-15; Lc. 24:27; Jo.1:45; Jo.5:39).
B. Interpretação Cristocêntrica - a pessoa de Jesus, Sua obra e Seu reino, é o tema da Bíblia. (Dn. 7:13-14; Lc.1:32-33; Lc.19:11-12; Ap. 11:15)
C. Distinção entre Lei / Evangelho – A Lei, ordena e condena. O Evangelho salva. ( Rm.1:16; Rm. 2:12; Rm.2:29; Rm. 8:2; Gl. 3:24).
D. Um meio de salvação - Cristo salvou todos os eleitos ao longo de todas as eras. (Rm 9; Ap.17:14)
E. Jesus Cristo é nosso Rei, reinando sobre todos. Ele virá em breve. (Ap. 19:16; Ap. 17:14; Ap. 22:12).

V. BATISTA

A. Prática Eclesiástica Bíblica – Ordenanças só para crentes (Batismo por imersão e Ceia) (Mt. 3:16;
Mt. 28:19-20;  Jo. 3:23;; At. 8:12; I Co. 4:1; I Co. 11:26.) Disciplina da igreja exercida com amor. (Mt 18:15-20; 1 Co 5.1-13).
B. Liberdade Eclesiástica Bíblica - O estado não deve intrometer-se em assuntos da consciência. (Dn. 3:16-18; 6:7-10; Mt. 17:27; At. 4:18-20; 5:29; Rm. 13:1-7; I Tm.2:1-3; Tt 3:1; I Pe. 2:13-17)
C. Governo de Igreja Bíblico - Pastores e diáconos. A congregação local escolhe seus líderes. (At. 20:17-28; At.6:3-6; At.13:1-3; Tt. 1:5-9 Mt. 18:15-17; Fl. 1:1; 1 Tm. 3:8-13; 1 Pe 2:5)
D. Crescimento de Igreja Bíblico - Proclamação do Evangelho para o mundo. Arrependimento e Fé exigidos de todos. (Mt.28:19,20; Jo.17:20; 20:21; At. 1:8; 13:2,3; Rm. 1:16; 10:13-15; II Cor. 5:18-20; I Ts. 1:8; I Pd. 2:9,10).
E. Ministério Eclesiástico Bíblico - Sacerdócio de todos os crentes. (1 Pe. 2:9; 1 Pe. 2:5) 

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Os Batistas Reformados, vem de uma longa e antiga linha de cristãos puritanos não-conformistas, conhecidos também como Batistas Particulares.
Assim como os batistas gerais, os batistas particulares foram apelidados de batistas, pois o motivo deste apelido foi por somente aceitarem o batismo de crentes professos.
Os Batistas Reformados (particulares) foram os primeiros a formarem uma Confissão de Fé realmente clara e concisa, surgindo desde então os pontos claros e bíblicos dos batistas, como por exemplo o batismo por imersão, antes realizado por batistas gerais por meio de efusão e aspersão.
Assim foram destacadas duas Confissões Batistas genuinamente Reformadas, a primeira que inclusive é anterior a Confissão de Fé de Westminster, chamada de Confissão de Fé Batista de 1644 e a segunda após a liberdade aos puritanos pelo parlamento Inglês em 1689, a conhecida Confissão de Fé Batista de 1689, porem redigida muito antes deste ano marcante.
Alguns grandes arautos foram batistas particulares ou reformados, tais como John Bunyan autor do livro O Peregrino, o Rev. Benjamim Keach autor do Catecismo Batista, Rev. Nehemiah Coxe, Rev. William Kiffim, o Teologo Puritano Rev. Hanserd Knollys, o Pastor e Teologo Dr. John Gill, o Pastor e compositor de Hinos o Rev. John Rippon, o pai das Missões Modernas o Rev. William Carey, o conhecido Príncipe dos Pregadores o Rev. Charles Haddon Spurgeon entre outros grandes puritanos, que somam uma lista enorme de líderes piedosos, tanto na Europa quanto nos EUA.
Assim não seria diferente que os Batistas Reformados viessem ao Brasil, em sua origem, os Batistas Brasileiros foram evangelizados e organizados através do esforço de Missionários da Junta de Missões de Richmond que eram Confessionais e seguiam a Confissão  Batista Calvinista de New Hampshire, adotada pelos Brasileiros até 1983.
Assim este blog remete a união dos Batistas Reformados em São Paulo que já na ultima década são uma realidade no meio Batista Brasileiro.
Que Deus os abençoe e que as antigas verdades Batistas sobrevivam a uma Igreja contemporânea doente e contaminada pelo liberalismo e humanismo.
Os Batistas Reformados pela graça de Deus já são uma realidade em nosso País e Estado de São Paulo.

Grande Abraço,

CER. Zigle Pires Alquimim